Método Pingo
Método Pingo: planejamento cíclico orientado por dados.
O mês executa. O trimestre mede a evolução das metas e corrige o plano. O ano consolida o que aconteceu e escreve o plano seguinte. Nenhuma das três funciona sozinha.
A origem do nome
O ponto que conecta tudo.
O nome vem do pingo do i da nossa marca. Não é ornamento: é o ponto que liga as partes. O método faz a mesma coisa com informação.
O Pingo é orientado por dados. Cada ciclo deixa registro do que foi veiculado, de como o público respondeu, do que o comercial ouviu e do que o site mostrou. Esse registro não se perde no fim do mês: ele se acumula na inteligência do cliente.
É por isso que a decisão do décimo ciclo parte de outro lugar que a do primeiro. O ponto de partida deixou de ser o mesmo.
Plano macro anual
A decisão mais cara do ano é a ordem das prioridades.
Antes de qualquer peça, quatro definições precisam estar fechadas. Elas são revisadas a cada ciclo, porque mercado e concorrência não ficam parados esperando o plano.
O plano existe como documento, não como intenção
O plano macro é escrito, apresentado e revisado. Ele fica disponível para consulta durante o ano inteiro, e é contra ele que cada ciclo é avaliado no briefing seguinte.
Sem documento, o combinado do começo do ano vira memória, e memória não sustenta priorização.
Leitura de mercado, concorrência e do momento do negócio.
O que entra no ano, o que fica de fora e por qual motivo.
Alocação entre canais, produção e mídia, dentro da verba real.
A cada ciclo, com o plano ajustado ao que foi aprendido.
Ciclo mensal
As sete etapas, na ordem em que acontecem.
A sequência importa. A maior parte das queixas sobre agência vem de inverter a ordem: produzir antes de decidir, aprovar em cima da hora e só então descobrir que a prioridade era outra.
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Abre o ciclo. Revisamos o mês anterior contra o plano do ano e definimos o escopo do mês antes de qualquer produção começar.
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Pautas, roteiros, direção de arte, segmentações e calendário de veiculação fechados. É a etapa que evita refação.
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Gravação, edição, design e redação, com equipe dentro de casa. Produzir internamente permite corrigir rota sem estourar o prazo.
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Conferência interna antes de o material chegar até você: técnica, ortográfica, de marca e de fidelidade ao briefing.
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O plano do ciclo chega com as peças finalizadas e o calendário, na data combinada. Você aprova material real.
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Publicação, distribuição e mídia rodando conforme o calendário aprovado, em cada canal previsto.
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Leitura do que foi veiculado e de como cada canal respondeu. É esse material que abre o briefing do mês seguinte.
Passe o mouse ou toque em cada etapa para ver o que ela envolve.
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Briefing
O ciclo abre com a revisão do mês anterior contra o plano anual: o que foi veiculado, o que os dados mostraram e o que muda de prioridade. Dali sai o escopo do mês, decidido antes de começar e não durante.
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Pré-produção
Pautas, roteiros, direção de arte, segmentações e calendário de veiculação são fechados antes de qualquer gravação ou compra de mídia. É a etapa que evita produção refeita e aprovação em cima da hora.
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Produção
Gravação, edição, design, redação e montagem das peças, com a equipe dentro de casa. Produzir internamente é o que permite corrigir rota no meio do ciclo sem estourar o prazo.
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Revisão
Conferência interna antes de o material chegar até você: checagem técnica, ortográfica, de adequação à marca e de fidelidade ao briefing. O erro que é pego aqui não vira retrabalho na sua mesa.
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Entrega do plano
O plano do ciclo chega com as peças finalizadas e o calendário de veiculação, na data combinada. Você aprova material real, não um documento de intenções.
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Veiculação
Publicação, distribuição e mídia rodam conforme o calendário aprovado, em cada canal previsto no plano.
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Acompanhamento, análises e relatórios
Leitura do que foi veiculado e de como cada canal respondeu, consolidada em relatório do ciclo. É esse material que entra no briefing seguinte e fecha a volta do planejamento cíclico.
A cada três meses, o trabalho para para medir
O ciclo trimestral não é reunião de status. É a comparação entre as metas quantitativas definidas no início do ano e o que os três ciclos anteriores produziram.
Saem dali duas coisas: a análise de evolução das metas, que mostra o quanto do alvo foi percorrido, e a revisão do plano, que redistribui prioridade e verba para o trimestre seguinte.
No fim do ano, a consolidação
Os quatro trimestres são fechados em um documento único: o que foi atingido, o que ficou para trás e por qual motivo.
Esse documento não encerra o trabalho. Ele é a matéria-prima do plano macro do ano seguinte, que já nasce sabendo o que funcionou e o que não funcionou.
Compromisso
Onde entra o compromisso com resultado.
No início do ciclo anual, os indicadores e as metas quantitativas do período são definidos com você e ficam escritos. A cada trimestre medimos a evolução contra essas metas. Quando o ritmo não sustenta o alvo, o plano é corrigido naquele momento, não no fim do ano.
O compromisso, portanto, não é um número dito em reunião de venda. É definir a meta junto, medir contra ela em intervalo fixo e mostrar o que foi feito, o que funcionou e o que precisa mudar. A diferença entre as duas coisas é que a segunda pode ser verificada.
É nesse sentido que o resultado é nosso porta-voz: ele aparece no relatório, não no discurso.
O que você recebe em cada ciclo
O plano do ciclo, com as peças finalizadas
Material pronto para aprovação, não um cronograma de intenções.
Calendário de veiculação
O que vai ao ar, em qual canal e em qual data.
Leitura do ciclo anterior
O que foi veiculado, como o público respondeu e o que muda de prioridade por causa disso.
Meta escrita no começo do ano. Medição a cada trimestre. Correção antes que o ano acabe.